Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
The governments' problem with WikiLeaks

The common argument used by the establishment to censor the latest WikiLeaks release of diplomatic cables has been that it threatens world security. Why? The common tonic in governments' speech has been that it somehow fragilizes global diplomacy. And it probably does. Because global diplomacy is fragile. In reality, its been hanging by a thread for several decades now.

But what the governments are asking, that is, to illegalize sites like WikiLeaks, its really preposterous.

We, citizens, have been losing our rights to privacy in the name of global security and anti-terrorism. Souldn't governments act the same way?

Global diplomacy is fragile because it has always been about double timing other governments. Tricking them, corrupting them, playing friendly while not declaring war.

What the governments have imposed on us should apply to them tenfold. WikiLeaks cables have fragilized global diplomacy because global diplomacy has never been honest, truthful. Because it is always done when no one's watching.

We have to find a way to encourage other movements like WikiLeaks to come out. There will be a global diplomacy crisis and after that there will be a cleaner way to make diplomacy. Maybe even an honest way. Hey, they are also the ones trying to sell us this idea that somehow the current world crisis is going to lead us to a good thing. The same should apply to diplomacy, right?

We have been sold the idea that if we have nothing to hide then we shouldn't fear our constant privacy violations. We have been sold this idea by the establishment and all its media minions. We, world citizens, have to make governments practice what they preach while we're still able. We cannot allow ourselves to believe that not knowing the truth is better for us.

Ignorance is not bliss. Its exploitation.

 




Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Mobile Productivity Hacks

 Recentemente comecei a cursar o nosso querido MCMM. Estava habituado a trabalhar num PC de escritório, com servidores à distância de um click, monitores a dar com um pau e o sysadmin na mesa do lado. Tinha até renunciado a ter um portátil, já que estava todo o dia no trabalho, sempre ligado.  Tudo isto em Espanha, onde trabalhava.

De repente vim viver para Aveiro, mas continuei a trabalhar para nuestros hermanos. Montei uma mini infraestructura num escritóriozito. Mesmo assim eram 3 monitores, 2 computadores (um para trabalho e outro para máquinas virtuais). OK, não é a mesma coisa mas anda lá perto.

E eis que começa o mestrado. E ao mesmo tempo começo a ter que viajar bastante. Porto, Lisboa, Salamanca, Sobral de Montagraço.

Time to go mobile.

O setup que acabei por arranjar foi força da necessidade, e alguma sorte ao barulho.

O primeiro passo, como é obvio, foi arranjar um bom portátil. No meu caso um PC. Não tenho nada contra o Mac, but I'm a PC.

- i7, 6GB de RAM, levezinho, mas grande o suficiente para ter teclado numérico.

Outra característica que precisava no portátil: pixeis. Há anos que trabalhava com dois monitores. Há quem diga "ah e tal, pra quê tanto monitor?" mas quem está habituado sabe do que estou a falar.

 - portátil com ecrã HD (1980x1080).

Também precisava de ter net em qualquer sítio. Podia ter ido para um sabonete da vodafone ou optimus ou tmn. Por sorte tinha arranjado um smartphone e investi 10 dolarzitos numa aplicação que se chama pdaNet que permite fazer tethering (aceder à net no computador a partir do telemóvel). O pdaNet é facilissimo de instalar e funciona imediatamente.

- pdaNet

  Neste ponto, já tinha a infraestrutura necessária. Falta o software. Precisava de um servidor Linux para trabalhar em projectos LAMP (não vale XAMP nem WAMP, precisava mesmo do sistema operativo), e um servidor Windows com Oracle e SQL Server para projectos .NET.

- VMWare Player e duas máquinas diferentes para substituir cada um dos servidores.

De resto foi instalar o software normal de trabalho: Visual Studio, AptEdit, PuTTY, Office, etc...

3 dicas extra que me estão a dar muito jeito:

- os ficheiros de código que devem estar nos servidores (ou máquinas virtuais) tenho-os no próprio computador, e os servidores acedem a eles através de samba. Perde-se um bocadinho de rendimento, sem dúvida, mas não é preciso ter a máquina virtual arrancada para aceder a eles.

- configurei todas as contas de mail no GMail. Sempre detestei os clientes de correio convencionais e assim, posso aceder a todo o correio de qualquer sítio, com um interface (a meu ver) realmente intuitivo. Isso sim, assegurem-se de ter uma password super-mega-strong.

- instalei no vm com LAMP uma wiki pessoal. Era uma coisa que andava para fazer há muito e só tive pena de não ter feito há mais tempo. Adeus ficheiros .txt de todos e notas e apontamentos. Tudo na wiki. 

Ainda me faltam umas quantas coisitas, a mais importante delas é conseguir aceder à VPN da empresa através do pdaNet, mas de resto estou a conseguir ter o mesmo (e diria até maior) rendimento desde o portátil que o que tinha com uma mega infraestrutura à minha volta.

Agora só estou mortinho para que chegue a primavera para descobrir qual é a esplanada em que melhor se trabalha. Depois digo ;)

 

P.S.: Alguém já teve que passar por isto? Que soluções arranjaram? Algum conselho a dar?

 

 




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